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Brasil pode ter 562,8 mil mortes por covid até julho, diz universidade dos EUA

05 Abr2021

Por Jbelmont às 08h50

Uma projeção feita pela Universidade de Washington, dos Estados Unidos, aponta que, até 1º de julho, o Brasil pode alcançar a marca de 562,8 mil mortes em decorrência da Covid-19. Até hoje, a pandemia já provocou 330,2 mil óbitos no País, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa. Caso a projeção se confirme, será uma alta de 70,4% em pouco menos de três meses.

O estudo, feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), ligado à universidade, prevê três cenários. O número de 562,8 mil mortes refere-se ao cenário mais provável, no qual vacinas são distribuídas sem atrasos, governos determinam novas medidas restritivas com duração de seis semanas toda vez que o número de mortes diárias ultrapassar 8 casos por milhão de habitantes (hoje, esse índice chega a 13), vacinados deixam de usar máscaras somente três meses após a segunda dose, entre outras variáveis.

Em um cenário mais positivo, que considera os mesmos pontos do anterior, mas com a diferença de que 95% da população estaria usando máscaras, o número de óbitos estimado cai para 507,7 mil, o que ainda representaria um salto expressivo de 53,7% no número de vítimas, mas também 55 mil vidas salvas pelo simples uso da proteção fácil. A mudança de comportamento, porém, não deverá ser fácil já que a estimativa do IHME é de que, hoje, somente 69% dos brasileiros usem máscara sempre que saem de casa.

Já no pior cenário, no qual variantes mais transmissíveis se espalham por locais sem registro de novas cepas e pessoas vacinadas deixam de usar máscaras apenas um mês após a segunda dose e aumentam sua mobilidade a níveis pré-pandemia, o número de mortes estimado é de 597,7 mil.

Os pesquisadores do IHME estimam ainda que o pico de mortes diárias do Brasil deve ocorrer em 24 de abril, quando o País pode alcançar 3.930 óbitos. De acordo com o instituto, só a partir daí os números começariam a baixar, mas, pela projeção do cenário mais provável, ainda continuariam acima de mil em julho. O modelo do IHME é o que tem embasado as políticas de saúde da Casa Branca.

Crescimento de mortes projetado para o Brasil é 7 vezes maior que o estimado para os EUA

O Brasil tem hoje o segundo maior número de vítimas do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que contabiliza 554,5 mil mortes, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

A previsão para os EUA é que, até julho, o número de óbitos cresça de forma muito menos acelerada do que no Brasil, alcançando 609,1 mil registros. Isso representaria um aumento de 9,8%.

Enquanto o Brasil vive o pior momento da pandemia, com recorde de mortes e hospitais colapsados, os EUA começam a retomar a normalidade graças ao seu acelerado programa de vacinação. De acordo com dados do site Our World in Data, vinculado à Universidade de Oxford, 31% da população americana já recebeu ao menos uma dose do imunizante contra covid.

As projeções pessimistas para o Brasil ocorrem em um momento no qual o País, ao contrário dos EUA, sofre com a escassez de doses e tem encontrado dificuldade para imprimir um ritmo mais acelerado a sua campanha de vacinação, com apenas 9% da população já tendo recebido ao menos a primeira dose.

Já a quantidade de pessoas que foram inoculadas com as duas doses da vacina é de 2,52%, segundo dados mais recentes compilados pelo consórcio de veículos de imprensa junto às Secretarias Estaduais da Saúde.

Segundo a epidemiologista Ethel Maciel, apenas em abril o País pode registrar 100 mil mortes pela doença e, caso as previsões se confirmem, a tendência é que o Brasil ultrapasse os Estados Unidos em número de mortes até agosto.

“Acaba de sair a projeção atualizada da pandemia pela Universidade de Washington. Resumo do Brasil: 562.863 mortos até o dia 1° de julho, cem mil só neste mês de abril. Nesse ritmo, devemos superar os Estados Unidos em números absolutos em agosto. Triste!”, escreveu ela em sua conta no Twitter.

CNN BRASIL

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Auxílio emergencial menor começa a ser pago em meio à piora da pandemia

05 Abr2021

Por Jbelmont às 08h44

Após um vácuo de três meses sem repasses, o governo federal inicia nesta semana os pagamentos da nova rodada do auxílio emergencial. Retomado na fase mais aguda da pandemia, com recordes de mortes e avanço de medidas restritivas nas cidades, o programa deste ano vai liberar o equivalente a 15% da assistência de 2020.

Os depósitos aos beneficiários serão feitos a partir de terça-feira (6) para nascidos em janeiro e seguirão a ordem das datas de nascimento. Para os recebedores do Bolsa Família, será mantido o calendário original do programa social, com pagamentos a partir de 16 de abril.

Uma nova rodada do auxílio em 2021 não estava no roteiro do governo. O plano inicial da equipe econômica previa uma redução gradual das parcelas, acompanhando os sinais de enfraquecimento da pandemia. O programa seria encerrado em dezembro e interligado a um Bolsa Família reformulado e mais robusto.

Alvo de veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o novo programa social acabou na gaveta e 2021 começou sem nenhum tipo de socorro emergencial aos trabalhadores informais.

A nova rodada só entrou em negociação após forte avanço da segunda onda da pandemia e aumento da pressão de parlamentares sobre o governo.

Aprovada junto com um pacote que define medidas de ajuste fiscal para crises futuras, a nova assistência terá custo máximo de R$ 44 bilhões. Em 2020, foram autorizados R$ 322 bilhões para essa finalidade, e R$ 293 bilhões foram efetivamente gastos.

No ano passado, o programa pagou cinco parcelas de R$ 600 e mais quatro de R$ 300 —mulheres chefes de família recebiam em dobro.

O governo gastou em média R$ 46,9 bilhões por mês na primeira fase do programa em 2020. Quando a parcela caiu para R$ 300, o custo mensal foi para R$ 15,9 bilhões. A nova rodada tem custo estimado em R$ 11 bilhões por mês.

O programa encolheu. Tem orçamento, público e valor menores. Serão quatro parcelas que variam a depender da formação familiar. O benefício padrão será de R$ 250. Pessoas que vivem sozinhas receberão R$ 150 por mês —limitação que não existia em 2020.

Para mulheres chefes de família, o valor será de R$ 375 —50% mais alto do que o benefício básico.

Em abril 2020, o programa foi iniciado com cerca de 68 milhões de pessoas elegíveis. Na etapa com pagamentos de R$ 300, a partir de setembro, o público médio ficou em 51 milhões de pessoas. Agora, o governo espera atender até 45,6 milhões de pessoas.

Outros critérios também ficaram mais restritos. Enquanto o auxílio de 2020 foi pago a até dois membros de cada família, a regra foi limitada neste ano a uma pessoa por lar.

Para receber o benefício, não é necessário fazer nenhum tipo de pedido ou cadastro nos sistemas do governo. Os repasses levarão em conta o cadastro de beneficiários que foram atendidos em dezembro do ano passado. Isso significa que pessoas que caíram em situação de vulnerabilidade neste ano não terão direito a receber o auxílio.

O encolhimento da assistência, criada para socorrer camadas vulneráveis da população durante a crise sanitária, não acompanhou diretamente os movimentos da pandemia.

Quando foram iniciados os pagamentos em abril, os registros de mortes por Covid-19 ficavam, em geral, abaixo de 300 por dia. A renovação das parcelas de R$ 600 começou a ser paga quando a média móvel de óbitos diários estava em 971.

Em setembro, mês que o valor da parcela caiu pela metade, a média diária de mortes estava ligeiramente mais baixa, em 859. Agora, a nova rodada, ainda mais enxuta, começará a ser paga no momento que o país ultrapassou média diária de 3.000 mortos por dia.

Dados do Ministério da Cidadania mostram que o auxílio emergencial de 2020 beneficiou cerca de 38 milhões de mulheres e 30 milhões de homens.

No recorte por idade, aproximadamente 30 milhões de beneficiários tinham até 34 anos. Outros 23 milhões tinham idade entre 35 e 49 anos. Foram 15 milhões de pessoas com mais de 50 anos.

A pasta informou que o detalhamento do público atendido pelo programa de 2021 ainda está em elaboração.

O novo programa tem parcelas mais próximas aos valores pagos pelo Bolsa Família. O programa social permanente tem benefício médio de R$ 190.

Desde a primeira elaboração do auxílio, no ano passado, a equipe econômica defendia que os repasses fossem em valores semelhantes aos do Bolsa Família. A versão original do auxílio, apresentada em março de 2020 pelo Ministério da Economia, previa parcelas de R$ 200.

Por pressão do Congresso, que considerava o valor insuficiente, a proposta inicial foi ampliada para R$ 500 e, depois, Bolsonaro autorizou o valor de R$ 600.

A lei que define o auxílio de 2021 estabeleceu que as quatro parcelas poderão ser prorrogadas, desde que haja espaço no Orçamento. A equipe econômica não trabalha com esse cenário no momento.

Em preparação para o fim da assistência, o time de Guedes pretende insistir na reformulação do Bolsa Família. O plano é vencer resistências de Bolsonaro e unificar ações existentes hoje em um programa novo, com parcelas mas altas e público maior.

Um dos pontos defendidos por Guedes é a fusão do abono salarial, uma espécie de 14º pago a trabalhadores formais com remuneração de até dois salários mínimos. No ano passado, o presidente vetou a proposta e disse que não aceita tirar de pobres para dar a paupérrimos.

FOLHAPRESS

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COVID: Brasil registra 1.240 óbitos e 31 mil casos nas últimas 24h

04 Abr2021

Por Jbelmont às 18h37

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (4):

– O país registrou 1.240 óbitos nas últimas 24h, totalizando 331.433 mortes;

– Foram 31.359 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.984.956 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.357.521, com o registro de mais 51.775 pacientes curados. Outros 1.296.002 pacientes estão em acompanhamento.

Estados
Subindo (12 estados e o Distrito Federal): ES, MG, RJ, SP, DF, MS, MT, AP, CE, MA, PB, PE e PI
Em estabilidade (10 estados): SC, GO, AC, PA, RO, TO, AL, BA, RN e SE
Em queda (4 estados): PR, RS, AM e RR

 

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RN contabiliza 13 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 07 dentro do dia; novos casos são 574

04 Abr2021

Por Jbelmont às 14h40

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (4). Foram mais 574 casos confirmados, totalizando 199.644. Até sexta-feira (2) eram 199.070 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.629 no total, sendo 07 mortes registradas nas últimas 24h: Almiro Afonso (01), Mossoró (02), Açu(01), Pendências (01), Parnamirim (01) e Riachuelo (01).

A Sesap ainda registrou outros 06 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais. Óbitos em investigação são 902.

Casos suspeitos somam 50.428 e descartados 416.877. Recuperados são 142.776.

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RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 96,3%

04 Abr2021

Por Jbelmont às 14h35

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 96,3%, registrada por volta das 12h25 deste domingo (4). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 676.

Até o momento desta publicação são 14 leitos críticos (UTI) disponíveis e 363 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 109 disponíveis e 313 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 95,2% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 95%.

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RN tem 58 pacientes com Covid-19 à espera de UTI

04 Abr2021

Por Jbelmont às 13h58

O Rio Grande do Norte registrou no início da tarde deste domingo (4) 58 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado.

Às 12h25, o estado tinha 14 leitos de UTI disponíveis aguardando regulação de pacientes. A maior parte dos pacientes (49) é da região metropolitana de Natal.

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Bandido morre após cliente de pet shop reagir a assalto

04 Abr2021

Por Jbelmont às 09h05

Um assaltante morreu na tarde deste sábado (03), após ser atingido por tiros durante uma tentativa de roubo em um pet shop na avenida Tomaz Landim, no bairro Igapó, zona Norte de Natal. De acordo com a Polícia Militar um cliente armado percebeu a ação do criminoso e reagiu.

 

O fato ocorreu por volta das 14h, segundo uma funcionária que preferiu não ser identificada, o assaltante chegou com um comparsa de motocicleta, porém apenas ele entrou no estabelecimento e anunciou o roubo. “Eu não vi quem atirou porque a loja estava com um grande movimento, mas antes de morrer o bandido ameaçou e obrigou a todos a deitar no chão”, relatou.

 

O criminoso baleado e morto não possuía nenhum documento que o identificasse, o corpo foi levado para a sede do ITEP depois de uma perícia preliminar. A DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de apuração do fato.

 

PORTAL BO

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Colapso leva profissionais da saúde à exaustão: ‘A gente está na luta, e as pessoas não estão nem aí’

04 Abr2021

Por Jbelmont às 09h01

Em fevereiro do ano passado, o infectologista Roberto Muniz Junior, de 41 anos, mudou-se com sua família de São Paulo para São Carlos, cidade com cerca de 254 mil habitantes a 239 quilômetros da capital, para ter uma vida mais tranquila. Com uma proposta de emprego na Santa Casa, acreditava que teria mais tempo para se dedicar ao filho, na época com seis meses. Ele não imaginava, porém, o que aconteceria nos meses seguintes.

Na última semana, o hospital entrou em colapso. Sem anestésicos necessários para a intubação de pacientes, o gerente médico pediu a transferência de 60 pacientes. Diante da crise, 27 profissionais, entre técnicos de enfermagem e enfermeiros, se demitiram. Passado um ano do começo da pandemia, profissionais de saúde que combatem a Covid-19 estão no limite.

Somado à falta de remédios, oxigênio e leitos, o esgotamento dos profissionais de saúde é mais uma triste faceta do cenário de colapso hospitalar que o país vive. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), cada médico intensivista costumava ficar responsável por 10 pacientes, em média, antes da pandemia. Agora, cada profissional cuida de 25 pessoas, todas com a saúde debilitada, segundo dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

A falta de profissionais qualificados e em número adequado é um dos motivos apontados por especialistas para justificar a alta taxa de mortalidade nas UTIs do país. Entre os pacientes intubados, 83,5% morrem, segundo dados do Ministério da Saúde compilados por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Fundação Oswaldo Cruz.

Não tem como contratar mais médicos. Isso deixa os profissionais ainda mais sobrecarregados. Quando a gente fala em colapso, estamos falando da falta de recursos humanos, de equipamentos, de espaço, de insumo. É um colapso de tudo — diz Ederlon Rezende, intensivista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e membro do Conselho Consultivo da Amib.

Como não há profissionais em número suficiente, hospitais têm encontrado dificuldade para repor quem adoece, se afasta ou pede demissão, o que sobrecarrega quem está empregado. A carência de médicos e enfermeiros emperra também a abertura de novos leitos de UTI. No Rio, há 567 vagas de médicos abertas desde o último chamamento público para hospitais federais e faltam cerca de 1.220 enfermeiros, técnicos e auxiliares. O governo de São Paulo tenta compensar o déficit chamando voluntários, mesmo que de outras áreas da medicina. No início do mês, o Hospital Júlia Kubitschek, de Belo Horizonte, precisou bloquear dez leitos por falta de médicos.

Em seus anos de medicina, Muniz nunca teve de tomar decisões tão difíceis quanto nos últimos meses. Como responsável pela regulação de vagas, ele faz a triagem de pacientes que precisam de leitos de UTI.

‘Pensando várias vezes’

— Você tem uma vaga e vai negar 199. Por trás daquelas fichas, tem pessoas com filhos, com pai, com mãe. E você sabe que muitas dessas pessoas vão efetivamente falecer em algumas horas — desabafa Muniz. — A gente se pega pensando nisso várias vezes ao dia, revendo as decisões. Vou ter de carregá-las para o resto da vida e tentar fazer as pazes com elas, pensando que fiz o melhor que pude — disse.

Há um ano, a psicóloga Verena Barreto Lima, de 32 anos, auxilia a equipe médica do Hospital São Paulo a dar notícias de piora no quadro de pacientes e de óbitos.

Nunca tem nada positivo, só é morte. Todos os dias dou notícia de óbito e gravidade. Alguns familiares ficam com raiva, se desorganizam. Outros só choram. Uns já esperavam aquilo e só nos agradecem — disse.

Como coordenadora da psicologia da UTI do hospital, ela é responsável também por confortar os pacientes que não estão sedados, os familiares e a própria equipe de saúde. Numa tentativa de humanizar o atendimento, fotografias dos doentes e seus parentes são colocadas nas paredes dos leitos. Para tentar dar leveza ao ambiente de trabalho, Verena coloca música e costuma conversar com os colegas sobre os filhos e animais de estimação. Tudo para tirar o foco do vírus. Mesmo com suporte psicológico, a equipe de saúde — ela própria, inclusive — desestrutura-se diante de casos mais comoventes.

A equipe está muito desgastada. Tento passar para eles que oferecemos tudo que foi possível aos pacientes — disse Verena.

Enxugar gelo

Durante 12 horas por dia, o técnico de enfermagem Willian Pinheiros, de 39 anos, fica em contato direto com a iminência da morte. Pela manhã, trabalha na UTI do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. À tarde, cumpre expediente na terapia intensiva do HCor. Ele dedica todo o tempo aos cuidados de pacientes graves: dá medicamentos, banho e muda os corpos de posição, de modo que não tenham lesões na pele.

— Infelizmente, não consigo dizer quantas mortes presenciei neste ano. Sempre cuidei de doentes na fase terminal, e me via como alguém que vai auxiliar neste momento, ou para a cura ou para o desfecho final. Mas agora, com tantos óbitos, vejo que só enxugo gelo.

Mesmo com duas décadas de experiência em UTIs, Pinheiros ainda se impressiona com as perdas de tantos pacientes — e se emociona com os dramas das famílias dilaceradas pela pandemia. Ele conta que recentemente cuidou de uma senhora que havia perdido oito familiares.

Aglomerações na rua

Sempre que circula por Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, a enfermeira Janaina Cervi, de 40 anos, sente uma chateação profunda. Ao olhar pela janela da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), não consegue conceber que, do lado de fora, moradores e turistas ainda teimem em se aglomerar, não usar máscaras e sair à rua sem necessidade.

— Nós, da saúde, estamos no limite e não temos a opção de parar. A gente está aqui na luta, e as pessoas não estão nem aí: continuam na praia, continuam na rua. É inaceitável — disse.

Janaina trabalha 36 horas semanais, em turnos que duram 12 horas. Durante o expediente, chega a ficar até cinco horas sem ir ao banheiro ou tomar um gole de água, por causa dos equipamentos de proteção.

Sempre me pergunto por que não largo isso. Minha profissão dá sentido à minha vida. Mas sinto que, enquanto estou salvando vidas, estou perdendo a minha — afirmou.

A solução para os problemas que levam os profissionais de saúde ao esgotamento parece tão distante quanto o fim da pandemia. Na opinião de Rezende, da Amib, não há outra saída senão insistir no isolamento :

—É diminuir o número de casos para diminuir a sobrecarga do sistema de saúde. Não tem alternativa.

O GLOBO

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Além do RN, 15 estados e o DF têm mais de 90% de ocupação dos leitos de UTI

04 Abr2021

Por Jbelmont às 08h59

O RN, outros 15 estados brasileiros e o Distrito Federal estão com mais de 90% de ocupação dos seus leitos de UTI. É o que mostra um levantamento realizado pela CNN junto às secretarias de Saúde estaduais, atualizado na madrugada deste domingo (4).

Os estados com mais de 90% das UTIs da rede pública ocupadas são: Paraná (96%), Santa Catarina (95,2%), Rio Grande do Sul (91,3%), São Paulo (91,4%), Minas Gerais (93,08%), Distrito Federal (98,27%), Mato Grosso do Sul (105%), Goiás (97,96%), Mato Grosso (95,74%), Pernambuco (96%), Acre (94,3%), Rondônia (100%), Tocantins (93%) e Amapá (91,43%).

Já entre as unidades federativas que divulgam os dados da rede pública e privada de forma conjunta, estão com ocupação acima de 90% Rio Grande do Norte (92,64%), Ceará (92,15%) e Piauí (95,4%).

Ainda segundo o levantamento, 22 estados e o Distrito Federal têm ocupação acima de 80%.

Esta é a semana mais letal da pandemia da Covid-19 no Brasil. Com 1.987 mortes confirmadas nas últimas 24 horas, segundo a atualização do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o país alcançou a marca de 19.643 mortes na décima-terceira semana, que compreende o período entre o último domingo, dia 28, e este sábado (3).

A semana, no entanto, registrou um número total de casos menor do que o registrado na semana anterior. Foram 463.235 casos confirmados nos últimos sete dias, menos do que os 539.903 da semana anterior.

CNN Brasil

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Mega-Sena, concurso 2.358: ninguém acerta as seis dezenas, e prêmio vai a R$ 8 milhões

03 Abr2021

Por Jbelmont às 21h43

Veja as dezenas sorteadas: 05 - 09 - 11 - 16 - 43 - 57. Quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03.


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.358 da Mega-Sena, realizado neste sábado (3) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 05 - 09 - 11 - 16 - 43 - 57.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03. A quadra teve 3.627 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ R$ 616,09.

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Brasil registra mais de 11,3 milhões de recuperados da covid-19

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h58

Foto: Divulgação/Prefeitura de Niterói

O Brasil registrou neste sábado (3) mais 29.117 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 11.305.746 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,3% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é quase nove vezes superior ao número de casos ativos (1.317.658), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 105,7 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

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Morre Agnaldo Timóteo, aos 84 anos, vítima da covid-19

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h35

Foto: Sesc Piracicaba/Divulgação

O cantor Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes da Covid-19 e morreu neste sábado (3) no Rio. Ele tinha 84 anos.

Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo, na Zona Oeste do Rio.

No último dia 27, Agnaldo precisou ser intubado para “ser tratado de forma mais segura” contra a doença.

“É com imenso pesar que comunicamos o FALECIMENTO do nosso querido e amado Agnaldo Timóteo. Agnaldo Timóteo não resistiu as complicações decorrentes do COVID-19 e faleceu hoje às 10:45 horas. Temos a convicção que Timóteo deu o seu Melhor para vencer essa batalha e a venceu! Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o apoio e profissionalismo da Rede Hospital Casa São Bernardo nessa batalha”, disse a família, em nota.

G1

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Nova regra da cadeirinha nos veículos e aumento dos pontos da CNH entram em vigor dia 12

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h31

Foto: Freepik

A partir do dia 12 deste mês entra em vigor uma nova versão da “lei da cadeirinha”. Entre outras coisas ela prevê que crianças com até 10 anos de idade e que tenham menos de 1,45 devem, obrigatoriamente, ser transportadas no banco traseiro e usar os dispositivos de elevação de altura, as famosas cadeirinhas.

Essa é apenas uma das mais de 50 mudanças previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e que também entram em vigor no próximo dia 12. Além das novas regras da “lei da cadeirinha”, as medidas ampliam o limite de pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), altera prazos de documentação de habilitação e permite que algumas multas de trânsito leves e médias sejam convertidas em advertência.

Atualmente todos os menores de 10 anos são obrigados a serem transportados nos bancos traseiros dos veículos com cinto de segurança. Para aqueles com até 7,5, há a exigência dos assentos de elevação, definidos pela sua idade e peso.

A nova regra que entrará em vigor no dia 12 prevê que também seja levado em consideração a altura da criança. Com isso, somente aquelas com altura igual ou superior a 1,45 m estão dispensadas do uso do assento elevatório, mesmo que tenham idade inferior a 7,5 anos.

O uso do assento é necessário para que o cinto de segurança possa passar pelas partes corretas do corpo, tais como quadril, centro do peito e ombro.

Ao mesmo tempo em que elogia a alteração, dizendo que ela vai em direção da vida, o médico Flávio Adura, diretor científico da Abramet (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego), diz que ela ainda carece de aperfeiçoamento.

A opinião se dá pelas exceções à medida, que estão detalhadas no artigo 3º da nova revolução e foram mantidas tal qual a resolução original, em 2008. Trata-se do trecho da norma que permite às crianças serem transportadas no banco dianteiro dos veículos, mesmo que contem com menos de 10 anos de idade e não tenham 1,45m de altura. Isso poderá ser feito quando o veículo possuir apenas dois bancos, como no caso dos modelos Saveiro, Strada e Smart, por exemplo.

“Do nosso ponto de vista melhorou bastante, mas ainda precisa ser aperfeiçoada”, afirmou Adura.

Outra exceção é quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro. Com isso, uma criança, independente da idade, poderá ser levada no banco da frente, o do passageiro.

Uma outra exceção se dá quando o carro vier de fábrica com apenas cintos de dois pontos (subabdominais) nos bancos traseiros. Todas essas liberações foram mantidas para atender a pais donos de veículos fabricados antes de 1998, quando ainda não havia a exigência de que todos os veículos saíssem de fábrica com cinto de três pontos.

Em teoria, seria melhor que todas as crianças fossem transportadas no banco traseiro apenas. “Quando uma mãe me pergunta se pode levar o filho no banco dianteiro, eu digo que sim, a legislação permite, porém, pela segurança não”, afirma Adura.

E isso pode ser explicado pelos números. Segundo Adura, estatísticas dão conta de que a sobrevida de uma criança que está em um banco traseiro é 70% superior em relação a quem é transportado no banco da frente do veículo.

Além dessas exceções que já existiam, foram criadas mais duas: a que permite qualquer criança acima de 1,45m de altura ser levada no banco da frente, independente da idade, e a que permite o transporte de crianças com idade superior a 4 anos e inferior a 7 anos no banco traseiro de carros que possuírem apenas cintos de dois pontos. Neste caso, a norma cita que não deve ser utilizado nenhum dispositivo de assento de elevação.

“Inventaram uma maneira de permitir que a criança fosse transportada totalmente fora das regras científicas. Porém, neste caso, realmente não pode ter o assento, que não ficará preso. Numa frenagem, a criança pode até ser enforcada. Essa resolução está um pouco confusa”, afirmou Adura.

O termo “lei da cadeirinha” está entre aspas por não se tratar de uma lei, mas sim uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que, amparada no CTB, acaba tendo força de lei. Essa nova resolução é a de número 819, publicada no dia de 17 de março deste ano, que substitui outras seis resoluções sobre o mesmo tema. A primeira “lei da cadeirinha” foi criada por meio da resolução 277 de 28 de maio de 2008.

A nova norma dá nova redação aos artigos 64 e 65 do Código, o que trata do transporte de crianças.

Essa alteração de levar em conta a altura da criança já é adotada em países europeus desde o ano de 2006.

Uma outra norma constante no pacote de alterações do Código altera o enunciado do inciso 5 do artigo 244 da lei de trânsito. A nova redação impede que crianças menores de 10 anos sejam transportadas em veículos de duas rodas motorizados. A norma atual proíbe apenas crianças menores de 7 anos de idade.

A multa para quem desrespeitar permanece a mesma: trata-se de infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e o condutor tem a sua CNH suspensa e o veículo ficará retido.

Agora SP

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COVID: Brasil registra 1.987 óbitos e 43 mil casos nas últimas 24h

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h25

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (3):

– O país registrou 1.987 óbitos nas últimas 24h, totalizando 330.193 mortes;

– Foram 43.515 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.953.597 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.305.746, com o registro de mais 29.117 pacientes curados. Outros 1.317.658 pacientes estão em acompanhamento.

Estados
Subindo (12 estados e o Distrito Federal): ES, MG, RJ, SP, DF, MS, MT, AP, TO, CE, MA, PE e PI
Em estabilidade (12 estados): PR, RS, SC, GO, AC, PA, RO, AL, BA, PB, RN e SE
Em queda (2 estados): AM e RR

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RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 97,3%

03 Abr2021

Por Jbelmont às 13h40

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 97,3%, registrada por volta das 13h25 destes sábado (3). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 678.

Até o momento desta publicação são 10 leitos críticos (UTI) disponíveis e 363 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 103 disponíveis e 315 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 96,4% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

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RN tem 47 pacientes com Covid-19 à espera de UTI

03 Abr2021

Por Jbelmont às 13h30

O Rio Grande do Norte registrou na tarde deste sábado (3) 47 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado.

Às 13h25, o estado tinha 10 leitos de UTI disponíveis aguardando regulação de pacientes. A maior parte dos pacientes é da região metropolitana de Natal.

Via BG

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RN contabiliza 28 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 14 dentro do dia; novos casos são 1.076

03 Abr2021

Por Jbelmont às 13h23

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste sábado (3). Foram mais 1.076 casos confirmados, totalizando 199.070. Até sexta-feira (2) eram 197.994 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.616 no total, sendo 14 mortes registradas nas últimas 24h: Natal (07), Mossoró (03), Jardim do Seridó (01), Grossos (01), Parnamirim (01) e São Miguel (01).

A Sesap ainda registrou outros 14 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais. Óbitos em investigação são 890.

Casos suspeitos somam 50.543 e descartados 416.142. Recuperados são 142.776.

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Ex-presidente Lula toma 2ª dose da vacina contra o coronavírus em São Bernardo do Campo

03 Abr2021

Por Jbelmont às 12h41

Lula foi vacinado por volta de 10h. A vacinação do ex-presidente foi transmitida pelas redes sociais. Ele tinha tomado a primeira dose da vacina no dia 13 de março, também em São Bernardo do Campo.

Ex-presidente Lula toma 2ª dose da vacina contra o coronavírus em São Bernardo do Campo — Foto: Reprodução

O ex-presidente Lula, 75 anos, tomou a segunda dose da vacina contra o coronavírus na manhã deste sábado (3), em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Lula foi vacinado por volta de 10h. A vacinação do ex-presidente foi transmitida pelas redes sociais dele. Após tomar a vacina, Lula fez uma live lado do deputado federal e ex-ministro Alexandre Padilha (PT) e disse que tinha tomado a vacina do Butantan.

"Eu quero mostrar ao querido povo brasileiro que eu acabo de tomar a minaha segunda dose da vacina Coronavac. É importante frisar que é a vacina do Butantan. Estou seguro que em poucos dias estarei mais prevenido contra a Covid-19. Agora o que eu queria dizer que não é porque eu tomei a vacina que eu posso relaxar. Quem tomou a segunda dose tem que continuar utilizando mascara, continuar lavando as mãos, usando álcool em gel e evitando aglomeração. A vacina é muito importante, mas tão importante quanto a vacina é a responsabilidade de cada homem e cada mulher desse país tem que ter ao se cuidar. Ao se cuidar você estará cuidando da sua família, do seu pai, da sua mãe, do seu filho, neto e amigos. nada de brincar e nada de duvidar desse vírus que a natureza impôs à humanidade. Eu digo que sempre que o Covid é uma guerra da natureza contra a comunidade talvez por conta da responsabilidade que os humanos tiveram durante tanto tempo com a questão ambiental."

Lula tinha tomado a primeira dose da vacina no dia 13 de março, também em São Bernardo do Campo.

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Mossoró recebe novas doses de vacina e vai vacinar no final de semana

03 Abr2021

Por Jbelmont às 10h01

 

A Prefeitura de Mossoró recebeu no final da tarde desta sexta-feira uma nova leva de vacinas. No total são 13.400 doses sendo 11.600 da coronavac/Butantan e 1.800 da Oxford. São doses que servirão para vacinar pessoas com idade acima 64 anos no sábado e 63 no domingo.


O prefeito Allyson Bezerra (SD) informou que o final de semana será de vacinação contra covid-19 com dez Unidades Básicas de Saúde atendendo o público de Mossoró. “Amanhã, no sábado, toda nossa equipe estará mobilizada para a vacinação em Mossoró, tanto as equipes da Secretaria de Saúde quanto das demais secretarias, e ainda os voluntários, todos estarão empenhados nesse trabalho, vacinando a partir dos 64 anos, neste sábado, e 63 anos, neste domingo”, frisou.

É necessário fazer cadastro no site RN + Vacina e fazer agendamento para evitar filas.

Confira as UBSs que vão realizar vacinação no final de semana:

UBS Vereador Durval Costa – Conjunto Walfredo Gurgel

UBS Francisco Pereira de Azevedo – Liberdade 1

UBS Dr. Agnaldo Pereira – Conjunto Vingt Rosado

UBS Raimundo Renê Dantas – Boa Vista

Centro Clínico Evangélico Edgard Burlamaqui – Centro

UBS Dr. Joaquim Saldanha – Estrada da Raiz

UBS Dr. Cid Salem Duarte – Abolição 4

UBS Dr. José Fernandes de Melo – Lagoa do Mato

UBS Enfermeira Conchita da Escóssia Ciarlini – Abolição 2

UBS Dr. Sueldo Câmara – Aeroporto 2 (Quixabeirinha)

Blog do Barreto

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Cidade da Grande Natal vive nova noite de terror e seis pessoas são mortas a tiros

03 Abr2021

Por Jbelmont às 09h45

Crimes em Macaíba aconteceram em intervalo de menos de uma hora. Outras duas pessoas ficaram feridas.
Por Sérgio Henrique Sa

 



Macaíba vive nova noite de terror e seis pessoas são mortas a tiros — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

A cidade de Macaíba, na Grande Natal, viveu mais uma noite de terror na última sexta-feira (2). Seis pessoas foram mortas a tiros e outras duas ficaram feridas em um intervalo de pouco mais de meia hora. Para a Polícia Civil, os crimes podem ter relação com o tráfico de drogas e a motivação pode ser uma disputa por espaço entre facções criminosas rivais.

As primeiras vítimas foram dois feirantes que faziam a montagem das bancas da feira livre, entre a Rua da Conceição e a Praça Augusto Severo, no Centro. O adolescente Saulo Emanoel de Lima Romeiro tinha apenas 16 anos e morreu com tiros na cabeça. A outra vítima estava sem documentos e, segundo familiares, seria Giovane dos Santos.

Mais duas mortes aconteceram no bairro Campo das Mangueiras. Três jovens foram baleados em um percurso de 500 metros. Ítalo Felipe Tenório da Silva, de 20 anos, morreu no local. Ransmiller Carlos de Araújo Ponte, da mesma idade, tentou entrar em casa, mas os criminosos arrombaram o portão e atiraram na cabeça do rapaz. Na mesma região, Lucas Gabriel de Souza, 23 anos, que trabalhava como polidor de carros, também foi atingido, chegou a ser socorrido, mas morreu na UPA de Macaíba.

A sexta vítima foi morta a tiros no Loteamento Esperança. O crime aconteceu na Rua Pernambuco. Romário Varela Tinoco, 26 anos, morreu após ser atingido com tiros em várias partes do corpo.

Outras duas pessoas foram baleadas e sobreviveram aos atentados. Populares tiveram medo de revelar à polícia como os assassinos chegaram aos locais e dar mais detalhes sobre os crimes. A polícia encontrou indícios de disparos de pistola em um dos casos, e de revólveres nos demais. O delegado Marcus Vinícius, da Delegacia de Homicídios, vê características semelhantes entre os crimes em série.

No último dia 26, Macaíba já havia registrado uma noite violenta, com crimes praticamente no mesmo horário e o registro da morte de três pessoas.

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Com Covid-19, Agnaldo Timóteo tem "pequeno agravamento" e continua intubado

02 Abr2021

Por Jbelmont às 22h35

 

O cantor Agnaldo Timóteo, de 84 anos, que está com Covid-19 e internado em um hospital do Rio, teve um "pequeno agravamento" no estado de saúde, como informou sua família na tarde desta sexta-feira (2) e, por isso, continuará internado na UTI, em ventilação mecânica invasiva (intubado).

"Temos a convicção de que Timóteo está dando o seu melhor para vencer essa batalha e a guerra. A equipe médica e família permanecem confiantes na sua plena recuperação. Estamos num processo de continuar e ampliar a nossa corrente de fé, com pensamentos positivos e orações, energizando positivamente cada vez mais o nosso querido Agnaldo! #ForçaTimóteo", dizia o comunicado liberado pelo sobrinho, Timotinho.

Agnaldo deu entrada no Hospital Casa São Bernardo, na Barra da Tijuca, no último dia 17 após o quadro de saúde se agravar. Ele já tinha recebido a primeira dose da vacina contra a Covid-19. O cantor chegou a sair da UTI, mas seu estado piorou e ele precisou ser intubado.

 

QUEM É

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COVID: Brasil registra 2.922 óbitos e 70 mil casos nas últimas 24h

02 Abr2021

Por Jbelmont às 19h32

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (2):

– O país registrou 2.922 óbitos nas últimas 24h, totalizando 328.206 mortes;

– Foram 70.238 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.910.082 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.276.628, com o registro de mais 70.238 pacientes curados. Outros 1.305.248 pacientes estão em acompanhamento.

Estados
Subindo (13 estados e o Distrito Federal): ES, MG, RJ, SP, DF, MS, MT, AP, TO, CE, MA, PB, PE e PI.
Em estabilidade (11 estados): PR, RS, SC, GO, AC, PA, RO, AL, BA, RN e SE
Em queda (2 estados): AM e RR

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RN contabiliza 40 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 17 dentro do dia; novos casos são 918

02 Abr2021

Por Jbelmont às 19h29

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (2). Foram mais 918 casos confirmados, totalizando 197.994. Até quinta-feira (1) eram 197.076 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.588 no total, sendo 17 mortes registradas nas últimas 24h: Natal (06), Mossoró (03), Marcelinho Vieira (01), Guamare (01), Caraúbas (01), São Gonçalo do Amarante (01), Parnamirim (01), Santo Antônio (01), Macaiba (01) e Parau (01).

A Sesap ainda registrou outros 23 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais. Óbitos em investigação são 996.

Casos suspeitos somam 69.785 e descartados 414.572. Recuperados são 142.776.

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'Governo federal menosprezou inimigo', ataca Zema

02 Abr2021

Por Jbelmont às 13h10

Na ofensiva contra governadores em meio ao recrudescimento da pandemia, Jair Bolsonaro está aumentando seu isolamento: os mais simpáticos a ele também estão se afastando.

Em uma reunião fechada com representantes do setor produtivo de Minas esta semana, Romeu Zema partiu para o ataque. Disse que o governo federal "brincou com fogo" e quem está "pagando o preço" são os brasileiros.

Disse Zema:

— Só estamos vivendo toda essa situação porque, ano passado, o governo federal menosprezou um inimigo que ninguém conhecia. (...) Hoje, 220 milhões de brasileiros estão pagando uma conta altíssima devido a essa falta de coordenação central, essa falta de visão do governo federal.

O mineiro é um dos poucos governadores que vinham mantendo boas relações com Bolsonaro. Zema, por exemplo, não assinou parte das cartas mais duras dos chefes de Executivo estaduais contra Bolsonaro.

A retomada dos ataques do presidente aos governadores, no entanto, está incomodando Zema e outros mais alinhados a ele, como Ronaldo Caiado.

 

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INTERNAÇÕES POR COVID-19 AUMENTARAM MAIS DE 500% EM FAIXA ETÁRIA ENTRE 30 E 59 ANOS

02 Abr2021

Por Jbelmont às 12h46

Casos graves em população abaixo de 60 anos crescem de forma alarmante no país e alargam o 'perfil de risco' da infecção

Gustavo Schmitt, Henrique Batista e Dimitrius Dantas

 

A empresária Fulvia Gouveia Marques Vieira morreu aos 38 anos em Araraquara, São Paulo Foto: Reprodução

Nascida em Araraquara, São Paulo, cidade que enfrenta um surto com predominância da nova variante de Manaus, a empresária Fulvia Gouveia Marques Vieira, de 38 anos, era tida pelos médicos como uma paciente saudável. Depois de contrair o sars-CoV-2 em meados de fevereiro em seu salão de beleza, ela apresentou falta de ar e dor nas costas; acabou internada em um hospital privado. Ficou duas semanas na UTI, até o dia 2 de março, quando não resistiu. Fulvia deixou uma filha de 11 anos e outra de 3, esta última fruto de seu segundo casamento. Agora, as irmãs estão separadas e sob os cuidados de seus respectivos pais.

“Ela era uma mulher batalhadora e motivada. Uma pessoa saudável, que fazia exercícios e cuidava da alimentação. Foi um choque”, contou Eder Magrini, empresário e primeiro marido de Fulvia, que a viu começar com apenas seis funcionários em um espaço pequeno, crescer e chegar a ter 85 empregados num salão situado em uma região valorizada do município.

Agora, Eder se dedica a confortar a filha. “Quando Fulvia foi internada, falava bastante com ela, pelo WhatsApp. Até que um dia não respondeu mais: tinha sido entubada. Tive de contar para nossa filha que as coisas poderiam não sair bem”, recordou o empresário. “Hoje ela está com psicólogo e vem superando o baque. Mas sei que, na hora em que deita na cama, bate a saudade. Não é fácil perder a mãe tão jovem”, lamentou Eder.

Atualmente, 60% dos internados na rede de saúde de Araraquara — que ainda em fevereiro adotou o lockdown para tentar frear a expansão da doença, com resultados expressivos — estão abaixo dos 60 anos de idade. “Temos notado que as novas cepas provocam aumento da contaminação da população jovem, mais ativa e mais exposta, e que sua letalidade também é maior”, informou a secretária de Saúde da cidade, Eliana Honain.

A partir de fevereiro, invertendo a tendência observada em janeiro, o Distrito Federal e nove estados — São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Alagoas, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Goiás e Mato Grosso do Sul — tiveram mais hospitalizações por causa da Covid-19 de pacientes com menos de 60 anos.

Dito de outra maneira: a agonia provocada pelo sars-CoV-2 rejuvenesceu. Ou ainda: os novos são o sinônimo mais atualizado do coronavírus.

Os dados falam por si. Segundo o Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica (Sivep), do Ministério da Saúde, as hospitalizações de pacientes abaixo de 60 anos, tomadas em sua totalidade, tiveram em 2021 um aumento de 25%: de 35.039, em janeiro, para 44.096 no mês seguinte; um acréscimo de 9.057 internações. No mesmo período, caíram as hospitalizações de idosos: de 44.866 no primeiro mês do ano para 43.566 em fevereiro.

Todavia, é quando se fecha mais o foco no exame do que tem ocorrido com as populações jovens que o alarme soa de modo estridente. De acordo com o Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entre o início do ano e o mês de março, as internações no país em razão do novo coronavírus, consideradas todas as faixas etárias, cresceram 316% — um percentual desconcertante. Ocorre que entre indivíduos de 40 a 49 anos esse índice quase dobrou: 626%. Entre aqueles que têm de 30 a 39 anos e de 50 a 59 o aumento foi de 565% e 525%, respectivamente. Para pacientes entre 20 e 29 anos, o percentual ficou abaixo daquele registrado nas hospitalizações pela doença em geral, contudo em um nível extremamente elevado: 256%. Nos dias que correm, uma em cada cinco pessoas infectadas pelo sars-CoV-2 que se encontram em UTIs está na faixa etária que vai dos 18 aos 44 anos, segundo levantamento da Associação Brasileira de Medicina Intensiva.

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Perfil do Blogueiro

JBelmont
José J Belmont Natural de São José de Campestre RN Radialista, ex vereador de Mossoró e ex deputado estad…
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