.

Dos 167 municípios do RN, 11 não registram mortes por Covid-19 desde o início da pandemia

06 Abr2021

Por Jbelmont às 08h52

Galinhos é um dos municípios que não registra mortes por Covid-19 — Foto: Prefeitura de Galinhos/Reprodução

 

Dos 167 municípios do RN, 11 não registram mortes por Covid-19 desde o início da pandemia

Após mais de um ano de pandemia, cerca de 6,5% dos municípios potiguares não tiveram nenhum óbito confirmado. Outras 14 cidades tiveram uma morte.

Galinhos é um dos municípios que não registra mortes por Covid-19 — Foto: Prefeitura de Galinhos/Reprodução

O Rio Grande do Norte ultrapassou as 4,6 mil mortes por Covid-19 desde o início da pandemia, que completou um ano em março. Na contramão disso, no entanto, 11 dos 167 municípios do estado não contribuíram com esse dado ao não registrar nenhuma morte pela doença durante todo esse período.

Mortes e casos de Covid nas cidades do Rio Grande do Norte
Os números estão na edição mais recente do boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que saiu na segunda-feira (5). Os municípios, que representam 6,5% do total de cidades do RN, são:

Bodó
Frutuoso Gomes
Galinhos
Jardim de Angicos
Lucrécia
Pedra Preta
Riacho de Santana
Santana do Seridó
São José do Seridó
Timbaúba dos Batistas
Vila Flor
Duas dessas cidades, no entanto, atualmente têm óbitos em investigação, que podem ou não confirmar a causa da morte por Covid-19.

Lucrécia tem uma morte sendo investigada e Timbaúba dos Batistas tem três. Assim, os dois municípios podem sair dessa lista, caso haja confirmação de vítimas da doença.

Em comum, todos os 11 municípios têm uma população menor que 5 mil habitantes, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020. Com a população de 4.665 habitantes, a maior entre as 11 cidades, São José do Seridó é também a que mais registrou casos desde o início da pandemia: 376.

Outros dois municípios dessa lista tiveram tamanho aumento na transmissão da doença, que registraram mais casos de Covid-19 em apenas três meses de 2021 do que em todo o ano de 2020. Pedra Preta tinha 16 casos confirmados em dezembro do ano passado. Agora, são 94. Já Lucrécia tinha 120 e subiu para 302.

Outros 14 municípios, por sua vez, registraram uma morte cada por Covid-19 desde o início da pandemia: Equador, Francisco Dantas, Japi, João Dias, Marcelino Vieira, Monte das Gameleiras, Ouro Branco, Passa e Fica, Pedra Grande, Rafael Godeiro, Ruy Barbosa, São Bento do Norte, Serra de São Bento, Tenente Laurentino Cruz.

Natal é cidade com mais mortes
A capital Natal, que tem população estimada em 890 mil habitantes, é a cidade com o maior número de mortes desde o início da pandemia: 1.858. Ela é a única do estado com mais de 500 vítimas pela doença e é a 20ª do país com mais mortes, em números absolutos.


Hospital de Campanha de Natal — Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Além de Natal, outras seis cidades registraram 100 ou mais mortes por Covid-19 desde o início da pandemia:

Mossoró: 364
Parnamirim: 351
São Gonçalo do Amarante: 150
Macaíba: 117
Assú: 108

Situação no estado
O Rio Grande do Norte teve em março o mês com mais mortes confirmadas por Covid-19 desde o início da pandemia: foram 922. O recorde anterior havia sido registrado em julho, com 767. O mês também foi o que mais pessoas morreram à espera de um leito crítico. Pelo menos 172 pessoas não conseguiram ser transferidas para uma UTI devido a alta taxa de ocupação em todo o estado.

Desde o dia 1º de março, que a taxa de ocupação de leitos críticos em todo o Rio Grande do Norte está acima de 90%, segundo dados do Regula RN.

Deixe seu comentário

Auxílio emergencial 2021 começa a ser pago hoje; veja calendário e regras

06 Abr2021

Por Jbelmont às 08h42

Nova rodada do auxílio emergencial vai ser paga em quatro parcelas de abril a agosto deste ano com valores de R$ 150, R$ 250 e R$ 375; veja quem tem direito a receber e quem pode recorrer se tiver o auxílio negado

O auxílio emergencial 2021 começa a ser pago nesta terça-feira (6) para 2,36 milhões de beneficiários nascidos em janeiro. A primeira parcela vai ser paga de hoje até 30 de abril e os saques em dinheiro e transferências vão poder ser feitos de 4 de maio a 4 de junho. (veja calendário abaixo).

Ainda nesta semana, na sexta-feira (dia 9), recebem os nascidos em fevereiro. A nova rodada do benefício deve contemplar cerca de 40 milhões de pessoas, terá quatro parcelas - que vão ser pagas de abril até agosto - e será limitado a uma pessoa por família. Os valores vão ser de R$ 150 (para pessoas que moram só), R$ 250 (para famílias de duas ou mais pessoas) e R$ 375 (para mães chefes de família monoparental).

Leia também:
Lista de aprovados do auxílio emergencial 2021 está disponível: veja como consultar
Calendário do auxílio emergencial 2021; veja todas as datas de pagamento
Veja como e onde recorrer do auxílio emergencial 2021 negado
Novas regras do auxílio emergencial não permitem cadastros de novos beneficiários
Assim como em 2020, o calendário de pagamento do auxílio emergencial pago pela Caixa vai ser escalonado pelo mês de nascimento do beneficiário e será dividido em duas etapas: depósito em Conta Poupança Social Digital - movimentada pelo aplicativo Caixa Tem - e datas para saques e transferências para contas de outros bancos.

Os primeiros a receber vão ser os cadastrados no programa via Cadastro Único, aplicativo e site do auxílio emergencial. As novas regras não permitem o cadastro de novos usuários e valem para os trabalhadores que receberam o auxílio emergencial em dezembro de 2020.

Calendário da primeira parcela do Auxílio Emergencial 2021

Nascidos em Dia do crédito em conta Dia para saques em dinheiro e transferências
janeiro 6 de abril 4 de maio
fevereiro 9 de abril 6 de maio
março 11 de abril 10 de maio
abril 13 de abril 12 de maio
maio 15 de abril 14 de maio
junho 18 de abril 18 de maio
julho 20 de abril 20 de maio
agosto 22 de abril 21 de maio
setembro 25 de abril 25 de maio
outubro 27 de abril 27 de maio
novembro 29 de abril 1º de junho
dezembro 30 de abril 4 de junho

g1

Deixe seu comentário

Morre em Mossoró o empresário e ex presidente do LIONS CLUB ABOLIÇÃO Pedro Frederico

06 Abr2021

Por Jbelmont às 08h21

NOTA DE PESAR
Comunicamos com muita tristeza o falecimento do nosso querido amigo, empresário e ex presidente do Lions Club Abolição de Mossoró, PEDRO FREDERICO SOBRINHO. Pedro estava internado no Hospital Wilson Rosado. Ele era proprietário da Agrofértil, que fica na Rua Coronel Gurgel. Nossos sentimentos aos familiares e amigos pedindo a Deus que o receba no Reino do Céu.

Os votos de pesar de J Belmont, Jarda, Helena e Eloah

Deixe seu comentário

Brasil registra mais de 11,4 milhões de recuperados do coronavírus

05 Abr2021

Por Jbelmont às 21h48

Foto: Prefeitura de Barreiras/BA

O Brasil registrou nesta segunda-feira (5) mais 78.668 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 11.436.189 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,8% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é mais de nove vezes superior ao número de casos ativos (1.244.660), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 106,6 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Deixe seu comentário

Brasil supera 13 milhões de casos de Covid; média de mortes está em 2.698 por dia

05 Abr2021

Por Jbelmont às 20h48

País contabilizou 13.023.189 casos e 333.153 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

O Brasil superou a marca de 13 milhões de casos de Covid e registrou 1.623 mortes pela doença nas últimas 24 horas, totalizando nesta segunda-feira (5) 333.153 vítimas. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias ficou em 2.698. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +15%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta segunda. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

A estabilidade nos óbitos vem após 35 dias com essa tendência em alta. Não é seguro, no entanto, assumir que o país está vendo uma desaceleração na alta de mortes, já que os registros costumam ser menores durante e logo após um feriado como o do último final de semana estendido. Isso ocorre devido a equipes reduzidas de plantão trabalhando na inclusão dos registros. É importante verificar se os próximos dias apresentarão dados represados.

Já são 75 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de mil; o país completa agora 20 dias com essa média acima dos 2 mil mortos por dia; e é o décimo dia com a média acima da marca de 2,5 mil.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Evolução da média móvel de óbitos na última semana no Brasil — Foto: Editoria de Arte/G1
Evolução da média móvel de óbitos na última semana no Brasil — Foto: Editoria de Arte/G1

Terça (30): 2.728 (recorde)
Quarta (31): 2.971 (recorde)
Quinta (1º): 3.119 (recorde)
Sexta (2): 3.006
Sábado (3): 2.800
Domingo (4): 2.747
Segunda (5): 2.698
Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 13.023.189 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 39.629 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 63.691. Isso representa uma variação de -15% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

Onze estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: ES, MG, RJ, SP, DF, MS, MT, CE, MA, PB, PE e PI.

Mortes e casos de coronavírus no Brasil e nos estados
Mortes e casos por cidade
Veja como está a vacinação no seu estado
Brasil, 5 de abril
Total de mortes: 333.153
Registro de mortes em 24 horas: 1.623
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 2.698 (variação em 14 dias: +15%)
Total de casos confirmados: 13.023.189
Registro de casos confirmados em 24 horas: 39.629
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 63.691 por dia (variação em 14 dias: -15%)
Estados
Subindo (11 estados e o Distrito Federal): ES, MG, RJ, SP, DF, MS, MT, CE, MA, PB, PE e PI
Em estabilidade (9 estados): AC, AP, PA, RO, RR, TO, AL, RN e SE
Em queda (6 estados): PR, RS, SC, GO, AM e BA
Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Deixe seu comentário

COVID: Brasil registra 1.319 óbitos e 28 mil casos nas últimas 24h

05 Abr2021

Por Jbelmont às 19h10

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta segunda-feira (5):

– O país registrou 1.319 óbitos nas últimas 24h, totalizando 332.752 mortes;

– Foram 28.645 novos casos de coronavírus registrados, no total 13.013.601 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.436.189, com o registro de mais 78.668 pacientes curados. Outros 1.244.660 pacientes estão em acompanhamento.

Deixe seu comentário

Repórter da TCM-Telecom testa positivo para Covid-19

05 Abr2021

Por Jbelmont às 15h24

 

O repórter Francileno Góis, integrante da equipe de jornalismo da TV Cabo Mossoró Telecon está internado no Hospital Regional Dr Aguinaldo Pereira da Silva de Caraúbas. Ele testou positivo para Covid-19.

Do Blog: Estamos orando e torcendo pela sua cura e pela sua saúde. Deus no Comando

Extrato do blog Carlos Santos

Deixe seu comentário

Gilmar mantém missas e cultos proibidos em SP e contraria Nunes

05 Abr2021

Por Jbelmont às 15h09

O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes rejeitou nesta segunda-feira (5) a concessão de uma liminar (decisão provisória) para suspender o decreto do governo de São Paulo que proíbe celebrações religiosas no estado diante do aumento expressivo dos casos e mortes pela Covid-19. O ministro enviou o caso ao plenário da Corte.

A decisão contraria o entendimento do ministro do STF Nunes Marques, que determinou neste sábado (3), em caráter liminar, que governadores e prefeitos não podem proibir a celebração de atos religiosos desde que preservados protocolos sanitários, entre eles, lotação máxima de 25% da capacidade do local.

Com as decisões conflitantes, caberá ao plenário do Supremo dar a palavra final sobre a liberação, ou não, dos cultos e missas. De acordo com o blog da Andréia Sadi, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, marcou o julgamento para esta quarta-feira (7).

A suspensão da proibição foi pedida pelo PSD em uma ação em que o partido questiona o decreto do governo de São Paulo, que instituiu medidas emergenciais destinadas ao enfrentamento da pandemia, entre elas, a proibição de cultos, missas e outras atividades religiosas com presença de público no estado.

O partido afirmou que a restrição é desproporcional e atinge o direito fundamental à liberdade religiosa e de culto das religiões. A legenda disse ainda que medidas menos gravosas podem ser adotadas para garantir o direito à saúde da população sem prejuízo da realização das atividades religiosas de caráter necessariamente presencial.

Em sua decisão, Mendes afirmou que estados e municípios podem fixar medidas restritivas para o enfrentamento da pandemia, inclusive, o fechamento de templos e igrejas. Para Mendes, restringir cultos não atinge a liberdade religiosa, uma vez que não interfere nas liturgias.

“A restrição temporária de frequentar eventos religiosos públicos traduz ou promove, dissimuladamente, alguma religião? A interdição de templos e edifícios equiparados acarreta coercitiva conversão dos indivíduos para esta ou aquela visão religiosa? Certamente que não”, afirmou.

O ministro disse ainda que, além da escalada do número de mortes, São Paulo vive um verdadeiro colapso no sistema de saúde.

“Em um cenário tão devastador, é patente reconhecer que as medidas de restrição à realização de cultos coletivos, por mais duras que sejam, são não apenas adequadas, mas necessárias ao objetivo maior de realização da proteção da vida e do sistema de saúde”, afirmou.

O relator ressaltou também que a restrição imposta em São Paulo levou em consideração questões técnicas.

“No caso em tela, a própria norma impugnada esposa o entendimento de que as medidas impostas foram resultantes de análises técnicas relativas ao risco ambiental de contágio pela COVID-19 conforme o setor econômico e social, bem como a necessidade de preservar a capacidade de atendimento da rede de serviço de saúde pública”, disse.

O ministro citou que o presidente do STF, Luiz Fux, e a ministra Rosa Weber já reconheceram que as restrições de realização de cultos, missas e outras atividades religiosas coletivas podem ser determinadas por decretos municipais e estaduais e que podem se mostrar medidas adequadas e necessárias para o enfrentamento da pandemia da Covid-19.

O Brasil vive o momento mais crítico da pandemia. Nas últimas 24 horas foram registradas 1.233 mortes em decorrência da Covid-19 e 30.939 novos casos da doença no país. Totalizando, 331.530 óbitos e 12.983.560 casos desde o início da pandemia.

Outra ação

Gilmar mendes rejeitou nesta segunda-feira (5) um pedido do Conselho Nacional de Pastores do Brasil (CNPB) que também solicitava a suspensão do decreto do governo de São Paulo, que proíbe celebrações religiosas no estado diante do aumento expressivo dos caso e mortes pela Covid-19.

Em sua decisão, Mendes alegou que o STF já fixou o entendimento de que a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure) não tem legitimidade para entrar com ações constitucionais na Corte para questionar medidas de restrição de locomoção por causa da Covid-19, por isso, o CNPB também não teria. A decisão de Nunes Marques que liberou os cultos foi dada em uma ação da Anajure.

G1

Deixe seu comentário

NOVO DECRETO ENTRA EM VIGOR A PARTIR DE HOJE SEGUNDA FEIRA DIA 5

05 Abr2021

Por Jbelmont às 12h32

A determinação faz parte do novo decreto estadual (Nº 30.458, DE 1º DE ABRIL DE 2021), que entra em vigor a partir desta segunda-feira (5) e vai até o dia 16 deste mês.

Com a retomada do toque de recolher, fica novamente estabelecido que a fiscalização do funcionamento do comércio deverá ser realizada pelos Municípios, cabendo às forças de segurança pública (como Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar) total apoio ao cumprimento do que determina o decreto estadual.

Em qualquer horário de incidência do toque de recolher, os estabelecimentos comerciais de qualquer natureza e prestadores de serviço poderão funcionar exclusivamente por sistema de entrega (delivery), drive-thru e take away.

Não se aplicam as medidas de toque de recolher às seguintes atividades:


I – serviços públicos essenciais;

II – serviços relacionados à saúde, incluídos os serviços médicos, hospitalares, atividades de podologia, entre outros;

III – farmácias, drogarias e similares, bem como lojas de artigos médicos e ortopédicos;

IV – supermercados, mercados, padarias, feiras livres e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar, vedada a consumação no local no período do toque de recolher;

V – atividades de segurança privada;

VI – serviços funerários;

VII – petshops, hospitais e clínicas veterinária;

VIII – serviços de imprensa e veiculação de informação jornalística;

IX – atividades de representação judicial e extrajudicial, bem como assessoria e consultoria jurídicas e contábeis e demais serviços de representação de classe;

X – correios, serviços de entregas e transportadoras;

XI – oficinas, serviços de locação e lojas de autopeças referentes a veículos automotores e máquinas;

XII – oficinas, serviços de locação e lojas de suprimentos agrícolas;

XIII – oficinas e serviços de manutenção de bens pessoais e domésticos, incluindo eletrônicos;

XIV – serviços de locação de máquinas, equipamentos e bens eletrônicos e eletrodomésticos;

XV – lojas de material de construção, bem como serviços de locação de máquinas e equipamentos para construção;

XVI – postos de combustíveis e distribuição de gás;

XVII – hotéis, flats, pousadas e acomodações similares;

XVIII – atividades de agências de emprego e de trabalho temporário; XIX – lavanderias; XX – atividades financeiras e de seguros;

XXI – imobiliárias com serviços de vendas e/ou locação de imóveis; XXII – atividades de construção civil;

XXIII – serviços de telecomunicações e de internet, tecnologia da informação e de processamento de dados;

XXIV – prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doenças dos animais;

XXV – atividades industriais;

XXVI – serviços de manutenção em prédios comerciais, residenciais ou industriais, incluindo elevadores, refrigeração e demais equipamentos;

XXVII – serviços de transporte de passageiros;

XXVIII – serviços de suporte portuário, aeroportuário e rodoviário;

XXIX – cadeia de abastecimento e logística.

Deixe seu comentário

RN contabiliza 12 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 07 dentro do dia; novos casos são 104

05 Abr2021

Por Jbelmont às 12h24

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta segunda-feira (05). Foram mais 104 casos confirmados, totalizando 199.748. Até domingo (04) eram 199.644 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.641 no total, sendo 07 mortes registradas nas últimas 24h: Natal (03); São Paulo do Potengi(01); Caraúbas(01); Currais Novos(01); Mossoró(01).

A Sesap ainda registrou outros 05 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais. Óbitos em investigação são 909. No domingo(04) o número total de mortes era 4.629 mortes.

Casos suspeitos somam 50.381 e descartados 417.748. Recuperados são 142.776.

Deixe seu comentário

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid-19 de 96,3%

05 Abr2021

Por Jbelmont às 12h21

Foto: (Reprodução/Regula/Sesap)

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 96,3%, registrada no fim da manhã desta segunda-feira (05). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 658.

Até o momento desta publicação são 14 leitos críticos (UTI) disponíveis e 363 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 127 disponíveis e 295 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 94,8% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 97,5%.

Deixe seu comentário

Saúde RN tem 52 pacientes com Covid-19 à espera de UTI

05 Abr2021

Por Jbelmont às 12h12

Foto: Reprodução/Regula RN

O Rio Grande do Norte registra no fim da manhã desta segunda-feira(05) 52 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado. Às 11h45, o estado tinha 14 leitos de UTI disponíveis aguardando regulação de pacientes. A maior parte dos pacientes é da região metropolitana de Natal.

Deixe seu comentário

Brasil pode ter 562,8 mil mortes por covid até julho, diz universidade dos EUA

05 Abr2021

Por Jbelmont às 08h50

Uma projeção feita pela Universidade de Washington, dos Estados Unidos, aponta que, até 1º de julho, o Brasil pode alcançar a marca de 562,8 mil mortes em decorrência da Covid-19. Até hoje, a pandemia já provocou 330,2 mil óbitos no País, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa. Caso a projeção se confirme, será uma alta de 70,4% em pouco menos de três meses.

O estudo, feito pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), ligado à universidade, prevê três cenários. O número de 562,8 mil mortes refere-se ao cenário mais provável, no qual vacinas são distribuídas sem atrasos, governos determinam novas medidas restritivas com duração de seis semanas toda vez que o número de mortes diárias ultrapassar 8 casos por milhão de habitantes (hoje, esse índice chega a 13), vacinados deixam de usar máscaras somente três meses após a segunda dose, entre outras variáveis.

Em um cenário mais positivo, que considera os mesmos pontos do anterior, mas com a diferença de que 95% da população estaria usando máscaras, o número de óbitos estimado cai para 507,7 mil, o que ainda representaria um salto expressivo de 53,7% no número de vítimas, mas também 55 mil vidas salvas pelo simples uso da proteção fácil. A mudança de comportamento, porém, não deverá ser fácil já que a estimativa do IHME é de que, hoje, somente 69% dos brasileiros usem máscara sempre que saem de casa.

Já no pior cenário, no qual variantes mais transmissíveis se espalham por locais sem registro de novas cepas e pessoas vacinadas deixam de usar máscaras apenas um mês após a segunda dose e aumentam sua mobilidade a níveis pré-pandemia, o número de mortes estimado é de 597,7 mil.

Os pesquisadores do IHME estimam ainda que o pico de mortes diárias do Brasil deve ocorrer em 24 de abril, quando o País pode alcançar 3.930 óbitos. De acordo com o instituto, só a partir daí os números começariam a baixar, mas, pela projeção do cenário mais provável, ainda continuariam acima de mil em julho. O modelo do IHME é o que tem embasado as políticas de saúde da Casa Branca.

Crescimento de mortes projetado para o Brasil é 7 vezes maior que o estimado para os EUA

O Brasil tem hoje o segundo maior número de vítimas do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que contabiliza 554,5 mil mortes, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

A previsão para os EUA é que, até julho, o número de óbitos cresça de forma muito menos acelerada do que no Brasil, alcançando 609,1 mil registros. Isso representaria um aumento de 9,8%.

Enquanto o Brasil vive o pior momento da pandemia, com recorde de mortes e hospitais colapsados, os EUA começam a retomar a normalidade graças ao seu acelerado programa de vacinação. De acordo com dados do site Our World in Data, vinculado à Universidade de Oxford, 31% da população americana já recebeu ao menos uma dose do imunizante contra covid.

As projeções pessimistas para o Brasil ocorrem em um momento no qual o País, ao contrário dos EUA, sofre com a escassez de doses e tem encontrado dificuldade para imprimir um ritmo mais acelerado a sua campanha de vacinação, com apenas 9% da população já tendo recebido ao menos a primeira dose.

Já a quantidade de pessoas que foram inoculadas com as duas doses da vacina é de 2,52%, segundo dados mais recentes compilados pelo consórcio de veículos de imprensa junto às Secretarias Estaduais da Saúde.

Segundo a epidemiologista Ethel Maciel, apenas em abril o País pode registrar 100 mil mortes pela doença e, caso as previsões se confirmem, a tendência é que o Brasil ultrapasse os Estados Unidos em número de mortes até agosto.

“Acaba de sair a projeção atualizada da pandemia pela Universidade de Washington. Resumo do Brasil: 562.863 mortos até o dia 1° de julho, cem mil só neste mês de abril. Nesse ritmo, devemos superar os Estados Unidos em números absolutos em agosto. Triste!”, escreveu ela em sua conta no Twitter.

CNN BRASIL

Deixe seu comentário

Auxílio emergencial menor começa a ser pago em meio à piora da pandemia

05 Abr2021

Por Jbelmont às 08h44

Após um vácuo de três meses sem repasses, o governo federal inicia nesta semana os pagamentos da nova rodada do auxílio emergencial. Retomado na fase mais aguda da pandemia, com recordes de mortes e avanço de medidas restritivas nas cidades, o programa deste ano vai liberar o equivalente a 15% da assistência de 2020.

Os depósitos aos beneficiários serão feitos a partir de terça-feira (6) para nascidos em janeiro e seguirão a ordem das datas de nascimento. Para os recebedores do Bolsa Família, será mantido o calendário original do programa social, com pagamentos a partir de 16 de abril.

Uma nova rodada do auxílio em 2021 não estava no roteiro do governo. O plano inicial da equipe econômica previa uma redução gradual das parcelas, acompanhando os sinais de enfraquecimento da pandemia. O programa seria encerrado em dezembro e interligado a um Bolsa Família reformulado e mais robusto.

Alvo de veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o novo programa social acabou na gaveta e 2021 começou sem nenhum tipo de socorro emergencial aos trabalhadores informais.

A nova rodada só entrou em negociação após forte avanço da segunda onda da pandemia e aumento da pressão de parlamentares sobre o governo.

Aprovada junto com um pacote que define medidas de ajuste fiscal para crises futuras, a nova assistência terá custo máximo de R$ 44 bilhões. Em 2020, foram autorizados R$ 322 bilhões para essa finalidade, e R$ 293 bilhões foram efetivamente gastos.

No ano passado, o programa pagou cinco parcelas de R$ 600 e mais quatro de R$ 300 —mulheres chefes de família recebiam em dobro.

O governo gastou em média R$ 46,9 bilhões por mês na primeira fase do programa em 2020. Quando a parcela caiu para R$ 300, o custo mensal foi para R$ 15,9 bilhões. A nova rodada tem custo estimado em R$ 11 bilhões por mês.

O programa encolheu. Tem orçamento, público e valor menores. Serão quatro parcelas que variam a depender da formação familiar. O benefício padrão será de R$ 250. Pessoas que vivem sozinhas receberão R$ 150 por mês —limitação que não existia em 2020.

Para mulheres chefes de família, o valor será de R$ 375 —50% mais alto do que o benefício básico.

Em abril 2020, o programa foi iniciado com cerca de 68 milhões de pessoas elegíveis. Na etapa com pagamentos de R$ 300, a partir de setembro, o público médio ficou em 51 milhões de pessoas. Agora, o governo espera atender até 45,6 milhões de pessoas.

Outros critérios também ficaram mais restritos. Enquanto o auxílio de 2020 foi pago a até dois membros de cada família, a regra foi limitada neste ano a uma pessoa por lar.

Para receber o benefício, não é necessário fazer nenhum tipo de pedido ou cadastro nos sistemas do governo. Os repasses levarão em conta o cadastro de beneficiários que foram atendidos em dezembro do ano passado. Isso significa que pessoas que caíram em situação de vulnerabilidade neste ano não terão direito a receber o auxílio.

O encolhimento da assistência, criada para socorrer camadas vulneráveis da população durante a crise sanitária, não acompanhou diretamente os movimentos da pandemia.

Quando foram iniciados os pagamentos em abril, os registros de mortes por Covid-19 ficavam, em geral, abaixo de 300 por dia. A renovação das parcelas de R$ 600 começou a ser paga quando a média móvel de óbitos diários estava em 971.

Em setembro, mês que o valor da parcela caiu pela metade, a média diária de mortes estava ligeiramente mais baixa, em 859. Agora, a nova rodada, ainda mais enxuta, começará a ser paga no momento que o país ultrapassou média diária de 3.000 mortos por dia.

Dados do Ministério da Cidadania mostram que o auxílio emergencial de 2020 beneficiou cerca de 38 milhões de mulheres e 30 milhões de homens.

No recorte por idade, aproximadamente 30 milhões de beneficiários tinham até 34 anos. Outros 23 milhões tinham idade entre 35 e 49 anos. Foram 15 milhões de pessoas com mais de 50 anos.

A pasta informou que o detalhamento do público atendido pelo programa de 2021 ainda está em elaboração.

O novo programa tem parcelas mais próximas aos valores pagos pelo Bolsa Família. O programa social permanente tem benefício médio de R$ 190.

Desde a primeira elaboração do auxílio, no ano passado, a equipe econômica defendia que os repasses fossem em valores semelhantes aos do Bolsa Família. A versão original do auxílio, apresentada em março de 2020 pelo Ministério da Economia, previa parcelas de R$ 200.

Por pressão do Congresso, que considerava o valor insuficiente, a proposta inicial foi ampliada para R$ 500 e, depois, Bolsonaro autorizou o valor de R$ 600.

A lei que define o auxílio de 2021 estabeleceu que as quatro parcelas poderão ser prorrogadas, desde que haja espaço no Orçamento. A equipe econômica não trabalha com esse cenário no momento.

Em preparação para o fim da assistência, o time de Guedes pretende insistir na reformulação do Bolsa Família. O plano é vencer resistências de Bolsonaro e unificar ações existentes hoje em um programa novo, com parcelas mas altas e público maior.

Um dos pontos defendidos por Guedes é a fusão do abono salarial, uma espécie de 14º pago a trabalhadores formais com remuneração de até dois salários mínimos. No ano passado, o presidente vetou a proposta e disse que não aceita tirar de pobres para dar a paupérrimos.

FOLHAPRESS

Deixe seu comentário

COVID: Brasil registra 1.240 óbitos e 31 mil casos nas últimas 24h

04 Abr2021

Por Jbelmont às 18h37

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (4):

– O país registrou 1.240 óbitos nas últimas 24h, totalizando 331.433 mortes;

– Foram 31.359 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.984.956 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 11.357.521, com o registro de mais 51.775 pacientes curados. Outros 1.296.002 pacientes estão em acompanhamento.

Estados
Subindo (12 estados e o Distrito Federal): ES, MG, RJ, SP, DF, MS, MT, AP, CE, MA, PB, PE e PI
Em estabilidade (10 estados): SC, GO, AC, PA, RO, TO, AL, BA, RN e SE
Em queda (4 estados): PR, RS, AM e RR

 

Deixe seu comentário

RN contabiliza 13 óbitos por covid nas últimas 24h, sendo 07 dentro do dia; novos casos são 574

04 Abr2021

Por Jbelmont às 14h40

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (4). Foram mais 574 casos confirmados, totalizando 199.644. Até sexta-feira (2) eram 199.070 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 4.629 no total, sendo 07 mortes registradas nas últimas 24h: Almiro Afonso (01), Mossoró (02), Açu(01), Pendências (01), Parnamirim (01) e Riachuelo (01).

A Sesap ainda registrou outros 06 óbitos ocorridos após a confirmação de exames laboratoriais. Óbitos em investigação são 902.

Casos suspeitos somam 50.428 e descartados 416.877. Recuperados são 142.776.

Deixe seu comentário

RN registra taxa de ocupação de leitos críticos para covid de 96,3%

04 Abr2021

Por Jbelmont às 14h35

A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 96,3%, registrada por volta das 12h25 deste domingo (4). Pacientes internados em leitos clínicos e críticos somam 676.

Até o momento desta publicação são 14 leitos críticos (UTI) disponíveis e 363 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 109 disponíveis e 313 ocupados.

Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 95,2% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 99,1% e a Região Seridó tem 95%.

Deixe seu comentário

RN tem 58 pacientes com Covid-19 à espera de UTI

04 Abr2021

Por Jbelmont às 13h58

O Rio Grande do Norte registrou no início da tarde deste domingo (4) 58 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de UTI, de acordo com o portal Regula RN, que monitora em tempo real a ocupação de leitos públicos no estado.

Às 12h25, o estado tinha 14 leitos de UTI disponíveis aguardando regulação de pacientes. A maior parte dos pacientes (49) é da região metropolitana de Natal.

Deixe seu comentário

Bandido morre após cliente de pet shop reagir a assalto

04 Abr2021

Por Jbelmont às 09h05

Um assaltante morreu na tarde deste sábado (03), após ser atingido por tiros durante uma tentativa de roubo em um pet shop na avenida Tomaz Landim, no bairro Igapó, zona Norte de Natal. De acordo com a Polícia Militar um cliente armado percebeu a ação do criminoso e reagiu.

 

O fato ocorreu por volta das 14h, segundo uma funcionária que preferiu não ser identificada, o assaltante chegou com um comparsa de motocicleta, porém apenas ele entrou no estabelecimento e anunciou o roubo. “Eu não vi quem atirou porque a loja estava com um grande movimento, mas antes de morrer o bandido ameaçou e obrigou a todos a deitar no chão”, relatou.

 

O criminoso baleado e morto não possuía nenhum documento que o identificasse, o corpo foi levado para a sede do ITEP depois de uma perícia preliminar. A DHPP foi acionada para realizar os procedimentos de apuração do fato.

 

PORTAL BO

Deixe seu comentário

Colapso leva profissionais da saúde à exaustão: ‘A gente está na luta, e as pessoas não estão nem aí’

04 Abr2021

Por Jbelmont às 09h01

Em fevereiro do ano passado, o infectologista Roberto Muniz Junior, de 41 anos, mudou-se com sua família de São Paulo para São Carlos, cidade com cerca de 254 mil habitantes a 239 quilômetros da capital, para ter uma vida mais tranquila. Com uma proposta de emprego na Santa Casa, acreditava que teria mais tempo para se dedicar ao filho, na época com seis meses. Ele não imaginava, porém, o que aconteceria nos meses seguintes.

Na última semana, o hospital entrou em colapso. Sem anestésicos necessários para a intubação de pacientes, o gerente médico pediu a transferência de 60 pacientes. Diante da crise, 27 profissionais, entre técnicos de enfermagem e enfermeiros, se demitiram. Passado um ano do começo da pandemia, profissionais de saúde que combatem a Covid-19 estão no limite.

Somado à falta de remédios, oxigênio e leitos, o esgotamento dos profissionais de saúde é mais uma triste faceta do cenário de colapso hospitalar que o país vive. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), cada médico intensivista costumava ficar responsável por 10 pacientes, em média, antes da pandemia. Agora, cada profissional cuida de 25 pessoas, todas com a saúde debilitada, segundo dados da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).

A falta de profissionais qualificados e em número adequado é um dos motivos apontados por especialistas para justificar a alta taxa de mortalidade nas UTIs do país. Entre os pacientes intubados, 83,5% morrem, segundo dados do Ministério da Saúde compilados por pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Fundação Oswaldo Cruz.

Não tem como contratar mais médicos. Isso deixa os profissionais ainda mais sobrecarregados. Quando a gente fala em colapso, estamos falando da falta de recursos humanos, de equipamentos, de espaço, de insumo. É um colapso de tudo — diz Ederlon Rezende, intensivista do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e membro do Conselho Consultivo da Amib.

Como não há profissionais em número suficiente, hospitais têm encontrado dificuldade para repor quem adoece, se afasta ou pede demissão, o que sobrecarrega quem está empregado. A carência de médicos e enfermeiros emperra também a abertura de novos leitos de UTI. No Rio, há 567 vagas de médicos abertas desde o último chamamento público para hospitais federais e faltam cerca de 1.220 enfermeiros, técnicos e auxiliares. O governo de São Paulo tenta compensar o déficit chamando voluntários, mesmo que de outras áreas da medicina. No início do mês, o Hospital Júlia Kubitschek, de Belo Horizonte, precisou bloquear dez leitos por falta de médicos.

Em seus anos de medicina, Muniz nunca teve de tomar decisões tão difíceis quanto nos últimos meses. Como responsável pela regulação de vagas, ele faz a triagem de pacientes que precisam de leitos de UTI.

‘Pensando várias vezes’

— Você tem uma vaga e vai negar 199. Por trás daquelas fichas, tem pessoas com filhos, com pai, com mãe. E você sabe que muitas dessas pessoas vão efetivamente falecer em algumas horas — desabafa Muniz. — A gente se pega pensando nisso várias vezes ao dia, revendo as decisões. Vou ter de carregá-las para o resto da vida e tentar fazer as pazes com elas, pensando que fiz o melhor que pude — disse.

Há um ano, a psicóloga Verena Barreto Lima, de 32 anos, auxilia a equipe médica do Hospital São Paulo a dar notícias de piora no quadro de pacientes e de óbitos.

Nunca tem nada positivo, só é morte. Todos os dias dou notícia de óbito e gravidade. Alguns familiares ficam com raiva, se desorganizam. Outros só choram. Uns já esperavam aquilo e só nos agradecem — disse.

Como coordenadora da psicologia da UTI do hospital, ela é responsável também por confortar os pacientes que não estão sedados, os familiares e a própria equipe de saúde. Numa tentativa de humanizar o atendimento, fotografias dos doentes e seus parentes são colocadas nas paredes dos leitos. Para tentar dar leveza ao ambiente de trabalho, Verena coloca música e costuma conversar com os colegas sobre os filhos e animais de estimação. Tudo para tirar o foco do vírus. Mesmo com suporte psicológico, a equipe de saúde — ela própria, inclusive — desestrutura-se diante de casos mais comoventes.

A equipe está muito desgastada. Tento passar para eles que oferecemos tudo que foi possível aos pacientes — disse Verena.

Enxugar gelo

Durante 12 horas por dia, o técnico de enfermagem Willian Pinheiros, de 39 anos, fica em contato direto com a iminência da morte. Pela manhã, trabalha na UTI do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. À tarde, cumpre expediente na terapia intensiva do HCor. Ele dedica todo o tempo aos cuidados de pacientes graves: dá medicamentos, banho e muda os corpos de posição, de modo que não tenham lesões na pele.

— Infelizmente, não consigo dizer quantas mortes presenciei neste ano. Sempre cuidei de doentes na fase terminal, e me via como alguém que vai auxiliar neste momento, ou para a cura ou para o desfecho final. Mas agora, com tantos óbitos, vejo que só enxugo gelo.

Mesmo com duas décadas de experiência em UTIs, Pinheiros ainda se impressiona com as perdas de tantos pacientes — e se emociona com os dramas das famílias dilaceradas pela pandemia. Ele conta que recentemente cuidou de uma senhora que havia perdido oito familiares.

Aglomerações na rua

Sempre que circula por Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, a enfermeira Janaina Cervi, de 40 anos, sente uma chateação profunda. Ao olhar pela janela da ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), não consegue conceber que, do lado de fora, moradores e turistas ainda teimem em se aglomerar, não usar máscaras e sair à rua sem necessidade.

— Nós, da saúde, estamos no limite e não temos a opção de parar. A gente está aqui na luta, e as pessoas não estão nem aí: continuam na praia, continuam na rua. É inaceitável — disse.

Janaina trabalha 36 horas semanais, em turnos que duram 12 horas. Durante o expediente, chega a ficar até cinco horas sem ir ao banheiro ou tomar um gole de água, por causa dos equipamentos de proteção.

Sempre me pergunto por que não largo isso. Minha profissão dá sentido à minha vida. Mas sinto que, enquanto estou salvando vidas, estou perdendo a minha — afirmou.

A solução para os problemas que levam os profissionais de saúde ao esgotamento parece tão distante quanto o fim da pandemia. Na opinião de Rezende, da Amib, não há outra saída senão insistir no isolamento :

—É diminuir o número de casos para diminuir a sobrecarga do sistema de saúde. Não tem alternativa.

O GLOBO

Deixe seu comentário

Além do RN, 15 estados e o DF têm mais de 90% de ocupação dos leitos de UTI

04 Abr2021

Por Jbelmont às 08h59

O RN, outros 15 estados brasileiros e o Distrito Federal estão com mais de 90% de ocupação dos seus leitos de UTI. É o que mostra um levantamento realizado pela CNN junto às secretarias de Saúde estaduais, atualizado na madrugada deste domingo (4).

Os estados com mais de 90% das UTIs da rede pública ocupadas são: Paraná (96%), Santa Catarina (95,2%), Rio Grande do Sul (91,3%), São Paulo (91,4%), Minas Gerais (93,08%), Distrito Federal (98,27%), Mato Grosso do Sul (105%), Goiás (97,96%), Mato Grosso (95,74%), Pernambuco (96%), Acre (94,3%), Rondônia (100%), Tocantins (93%) e Amapá (91,43%).

Já entre as unidades federativas que divulgam os dados da rede pública e privada de forma conjunta, estão com ocupação acima de 90% Rio Grande do Norte (92,64%), Ceará (92,15%) e Piauí (95,4%).

Ainda segundo o levantamento, 22 estados e o Distrito Federal têm ocupação acima de 80%.

Esta é a semana mais letal da pandemia da Covid-19 no Brasil. Com 1.987 mortes confirmadas nas últimas 24 horas, segundo a atualização do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o país alcançou a marca de 19.643 mortes na décima-terceira semana, que compreende o período entre o último domingo, dia 28, e este sábado (3).

A semana, no entanto, registrou um número total de casos menor do que o registrado na semana anterior. Foram 463.235 casos confirmados nos últimos sete dias, menos do que os 539.903 da semana anterior.

CNN Brasil

Deixe seu comentário

Mega-Sena, concurso 2.358: ninguém acerta as seis dezenas, e prêmio vai a R$ 8 milhões

03 Abr2021

Por Jbelmont às 21h43

Veja as dezenas sorteadas: 05 - 09 - 11 - 16 - 43 - 57. Quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03.


Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.358 da Mega-Sena, realizado neste sábado (3) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 05 - 09 - 11 - 16 - 43 - 57.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03. A quadra teve 3.627 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ R$ 616,09.

Deixe seu comentário

Brasil registra mais de 11,3 milhões de recuperados da covid-19

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h58

Foto: Divulgação/Prefeitura de Niterói

O Brasil registrou neste sábado (3) mais 29.117 pacientes recuperados do coronavírus, totalizando 11.305.746 pessoas curadas da doença.

O número de pessoas curadas representa 87,3% do total de casos acumulados.

A quantidade de pessoas curadas no Brasil é quase nove vezes superior ao número de casos ativos (1.317.658), que são os pacientes em acompanhamento médico.

No mundo, estima-se que 105,7 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram, de acordo com o site Wolrdometers.

Deixe seu comentário

Morre Agnaldo Timóteo, aos 84 anos, vítima da covid-19

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h35

Foto: Sesc Piracicaba/Divulgação

O cantor Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes da Covid-19 e morreu neste sábado (3) no Rio. Ele tinha 84 anos.

Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo, na Zona Oeste do Rio.

No último dia 27, Agnaldo precisou ser intubado para “ser tratado de forma mais segura” contra a doença.

“É com imenso pesar que comunicamos o FALECIMENTO do nosso querido e amado Agnaldo Timóteo. Agnaldo Timóteo não resistiu as complicações decorrentes do COVID-19 e faleceu hoje às 10:45 horas. Temos a convicção que Timóteo deu o seu Melhor para vencer essa batalha e a venceu! Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o apoio e profissionalismo da Rede Hospital Casa São Bernardo nessa batalha”, disse a família, em nota.

G1

Deixe seu comentário

Nova regra da cadeirinha nos veículos e aumento dos pontos da CNH entram em vigor dia 12

03 Abr2021

Por Jbelmont às 19h31

Foto: Freepik

A partir do dia 12 deste mês entra em vigor uma nova versão da “lei da cadeirinha”. Entre outras coisas ela prevê que crianças com até 10 anos de idade e que tenham menos de 1,45 devem, obrigatoriamente, ser transportadas no banco traseiro e usar os dispositivos de elevação de altura, as famosas cadeirinhas.

Essa é apenas uma das mais de 50 mudanças previstas no CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e que também entram em vigor no próximo dia 12. Além das novas regras da “lei da cadeirinha”, as medidas ampliam o limite de pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação), altera prazos de documentação de habilitação e permite que algumas multas de trânsito leves e médias sejam convertidas em advertência.

Atualmente todos os menores de 10 anos são obrigados a serem transportados nos bancos traseiros dos veículos com cinto de segurança. Para aqueles com até 7,5, há a exigência dos assentos de elevação, definidos pela sua idade e peso.

A nova regra que entrará em vigor no dia 12 prevê que também seja levado em consideração a altura da criança. Com isso, somente aquelas com altura igual ou superior a 1,45 m estão dispensadas do uso do assento elevatório, mesmo que tenham idade inferior a 7,5 anos.

O uso do assento é necessário para que o cinto de segurança possa passar pelas partes corretas do corpo, tais como quadril, centro do peito e ombro.

Ao mesmo tempo em que elogia a alteração, dizendo que ela vai em direção da vida, o médico Flávio Adura, diretor científico da Abramet (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego), diz que ela ainda carece de aperfeiçoamento.

A opinião se dá pelas exceções à medida, que estão detalhadas no artigo 3º da nova revolução e foram mantidas tal qual a resolução original, em 2008. Trata-se do trecho da norma que permite às crianças serem transportadas no banco dianteiro dos veículos, mesmo que contem com menos de 10 anos de idade e não tenham 1,45m de altura. Isso poderá ser feito quando o veículo possuir apenas dois bancos, como no caso dos modelos Saveiro, Strada e Smart, por exemplo.

“Do nosso ponto de vista melhorou bastante, mas ainda precisa ser aperfeiçoada”, afirmou Adura.

Outra exceção é quando a quantidade de crianças com esta idade exceder a lotação do banco traseiro. Com isso, uma criança, independente da idade, poderá ser levada no banco da frente, o do passageiro.

Uma outra exceção se dá quando o carro vier de fábrica com apenas cintos de dois pontos (subabdominais) nos bancos traseiros. Todas essas liberações foram mantidas para atender a pais donos de veículos fabricados antes de 1998, quando ainda não havia a exigência de que todos os veículos saíssem de fábrica com cinto de três pontos.

Em teoria, seria melhor que todas as crianças fossem transportadas no banco traseiro apenas. “Quando uma mãe me pergunta se pode levar o filho no banco dianteiro, eu digo que sim, a legislação permite, porém, pela segurança não”, afirma Adura.

E isso pode ser explicado pelos números. Segundo Adura, estatísticas dão conta de que a sobrevida de uma criança que está em um banco traseiro é 70% superior em relação a quem é transportado no banco da frente do veículo.

Além dessas exceções que já existiam, foram criadas mais duas: a que permite qualquer criança acima de 1,45m de altura ser levada no banco da frente, independente da idade, e a que permite o transporte de crianças com idade superior a 4 anos e inferior a 7 anos no banco traseiro de carros que possuírem apenas cintos de dois pontos. Neste caso, a norma cita que não deve ser utilizado nenhum dispositivo de assento de elevação.

“Inventaram uma maneira de permitir que a criança fosse transportada totalmente fora das regras científicas. Porém, neste caso, realmente não pode ter o assento, que não ficará preso. Numa frenagem, a criança pode até ser enforcada. Essa resolução está um pouco confusa”, afirmou Adura.

O termo “lei da cadeirinha” está entre aspas por não se tratar de uma lei, mas sim uma resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) que, amparada no CTB, acaba tendo força de lei. Essa nova resolução é a de número 819, publicada no dia de 17 de março deste ano, que substitui outras seis resoluções sobre o mesmo tema. A primeira “lei da cadeirinha” foi criada por meio da resolução 277 de 28 de maio de 2008.

A nova norma dá nova redação aos artigos 64 e 65 do Código, o que trata do transporte de crianças.

Essa alteração de levar em conta a altura da criança já é adotada em países europeus desde o ano de 2006.

Uma outra norma constante no pacote de alterações do Código altera o enunciado do inciso 5 do artigo 244 da lei de trânsito. A nova redação impede que crianças menores de 10 anos sejam transportadas em veículos de duas rodas motorizados. A norma atual proíbe apenas crianças menores de 7 anos de idade.

A multa para quem desrespeitar permanece a mesma: trata-se de infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e o condutor tem a sua CNH suspensa e o veículo ficará retido.

Agora SP

Deixe seu comentário

Perfil do Blogueiro

JBelmont
José J Belmont Natural de São José de Campestre RN Radialista, ex vereador de Mossoró e ex deputado estad…
Leia +